Zine Death Metal
Por Andrêy Ferraz
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  1. Saudações insanas V. A. Necrovisceral! É com um grande prazer que recebemos vossa desgraçada horda aqui em nossas páginas. Para darmos inicio a essa destruição nos conte um pouco da trajetória de vossa horda! 

-V. A. Necrovisceral: Saudações grande aliado de batalhas Andrêy! É muito pessoal dizer sobre a Torqverem, mas posso comentar que tudo acaba se fundindo a minha própria vida, já que os hinos e composições são exatamente baseados em experiências práticas e idéias particulares, e não retirados de livros ou de estórias inventadas. Agora falando um pouco de como as coisas caminharam... Começaram a tomar forma  por volta de 1998 e.v. ainda em Araraquara-SP com os primeiros registros que fiz em áudio e texto do ódio que nutria ao universo coletivo que tanto me dava nojo ao conhecer pela visão e interpretação “comum”. Ao mesmo tempo este mesmo universo causava muito interesse e sede (por um olhar próprio e prático), tentando evitar ao máximo  vícios religiosos ou comportamentais. Foi quando iniciei os registros do que futuramente se tornou a Torqverem, atacava ferozmente a filosofia religiosa querendo compreender a realidade de forma mais ampla. Estruturalmente os hinos foram efetivamente criados e executados em Porto Alegre-RS por volta de 2002 e.v. (que é o período em que oficialmente a Torqverem iniciou), época que acabei por me aprofundar ainda mais em infames e preciosos abismos... Tomando contato com outras faces da realidade da qual não imaginava se quer que poderiam existir, enxergando as potencialidades que o ser humano pode atingir em seu próprio universo particular (tanto para destruição quanto criação), já em SP em meados de 2006 e.v., decidi abordar mais a temática básica do ser humano (energética, filosófica e psicológica) e suas potencialidades individuais (astrais, físicas, espirituais, “magnéticas”, mentais...). Foi nesse ponto que posso dizer que a Torqverem amadureceu, e senti que realmente tudo sincronizou com eu queria com a entrada de Janvs Necrokramer na pecussão, expressando o espírito em questão. Atualmente trabalhamos para disseminar nossa filosofia, espalhando aos que têm afinidade com nossa produção. Repito um de nossos temas: “Estamos aqui para provocar guerra e caos aos fracos de espírito, aliando os fortes soldados em nosso exército de elite”.  

  1. Você em 98 já tinha em mente a idéia de formar essa horda, porem porque foi apenas em 2002 que tudo isso criou vida dando inicio a essa perpetuosa horda? 

-V. A. Necrovisceral: Em 1998 e.v. as coisas eram muito particulares... Gravava apenas a guitarra em casa e o pouco de bateria que existia era programada, meu universo era fechado, e na época aquilo era suficiente para acalmar minha alma... Jamais sequer imaginei nessa época em formar uma horda. A Torqverem é uma filosofia de vida, e não uma banda! Via tudo isso como uma expressão pessoal, e continuou assim até 2002 - 03 e.v. quando as coisas mudaram com algumas oportunidades e alianças que abriram minha visão em apresentar a arte que estava criando, e o ódio crescente que aumentava exponencialmente e já me consumia de forma corrosiva... Senti “necessária” esta explosão e mostrar o que estava fazendo de forma isolada. Foi por falta de oportunidade que não apresentei antes o projeto... (tanto que apenas em 2008 – 09 e.v. que iniciei realmente a divulgação “aberta” dos  materiais, e  nosso álbum oficial está gravado desde o final de 2007 e.v. e ainda não foi lançado... Tudo tem seu tempo...).  

  1. De onde você tirou esse titulo da banda? E qual seria a forma correta de pronunciar, “Torquerem” ou “Torqueverem”?

-V. A. Necrovisceral: O título é um gerundismo de “TORQVERE”, ao pé da letra do latim traduzido em português: “torturando...”, foi uma adaptação muito relevante ao que quero expor na horda... Afinal enxergo a humanidade como uma raça sedenta pela escuridão e seus próprios abismos... Onde ela mesma acaba sendo o “demônio” e cria seu “inferno”. É um movimento psicológico de fuga e proteção, onde a vida na maioria dos seres humanos passa despercebida diante de seus olhos passivamente, como uma verdadeira tortura... Isso é natural, poucos possuem espírito de luta e real questionamento, pois temos uma falha comum onde esse seria o ponto de evolução e força! “Eu sou o senhor do meu destino!” E no contraponto as religiões entram e afagam essa falha com falsas esperanças, apresentando um deus utópico e distante que  masturba o frágil ego e acaba com qualquer chance de luta. Na minha opinião a vontade do questionamento vem naturalmente, a maioria acaba por aceitar  subordinação por natureza (é isso é o que ataco na Torqverem), causando uma onda de choque e destruição aos que não compreendem o que estou dizendo, pois eles não me importam (não se importam nem com eles mesmos!). Meu foco é fortalecer ainda mais o exército que luta pela evolução individual humana. Quanto a pronúncia do  nome é “torquerem”, afinal é latim... O “V” tem som de “U”, não existe “u” nos textos em latim... Acontece o mesmo caso em alguns edifícios públicos como no fórum onde está escrito FORVM. 

  1. Fale-me como foi lançar o primeiro petardo da banda e como foi a distribuição na época? 

- V. A. Necrovisceral: O primeiro artefato “Funeral da Alma Cristã” foi limitado e numerado em sangue apenas a 40 cópias, e passei só para quem eu conhecia... Foi altamente fechado. E por incrível que pareça mesmo sendo apenas 40 cópias foi difícil para encontrar 40 seres... Depois as coisas acabaram por ficarem mais fáceis, era o primeiro material gravado como “horda” e era muito relevante para mim mesmo que simples... Até hoje não consigo colocar um “preço” na arte do Metal Negro, e todas as demos distribuí de mão em mão, e mesmo assim vi depois um exemplar sendo comercializado na República Tcheca por 8 euros... E aqui era de graça. Infelizmente confesso que na época via alguns não dando tanto valor por não conhecerem ou pela Torqverem não ter “fama”, e fiquei puto (era também  pelo material ser mal gravado ou simples demais para os ouvidos refinados de quem recebeu). Mas tudo nesse mundo é assim... Não adianta ter a visão fechada, às vezes até alguém do seu lado diz que é teu irmão e de uma hora para outra vira as costas por um motivo débil e mostra sua verdadeira face... Pondo em prática os planos que tinha em segredo desde o início. Hoje em dia penso em disseminar a arte da Torqverem para os irmãos e para os que sentem afinidade com o recado, o número de guerreiros está aumentando... Então o número de cópias também aumenta (da primeira vez foram 40 cópias, da segunda 250...). A primeira vez foi muito complicada a distribuição, uma verdadeira guerra... Batemos de frente com muita coisa e com muitas pessoas egoístas, da segunda foi ainda PIOR... Percebi que é uma verdadeira guerra o Metal Negro, radicalismo consciente deve sempre ser levado adiante, muitos fazem radicalismo da propaganda infantil sem nexo e eu cuspo nestes seres ausentes de caráter que apenas tentam usar o movimento a seu favor para sustentar o que nunca foram. Estamos aqui para mostrar e defender nossos ideais e filosofia, afinal vivemos e acreditamos nisso. 

  1. Tive a oportunidade de ouvir e resenhar aqui em minhas páginas o segundo artefato de vossa banda a demo Opvs Infernii, a qual foi lançada em apenas 250 cópias e posso dizer que é um material maravilhoso em uma qualidade impecável, quanto na qualidade das musicas como no material gráfico sendo a mesma um Pro CD-R, nos fale mais sobre esse artefato! 

- V. A. Necrovisceral: Este material foi para abrir as portas da Torqverem ao mundo, pois o álbum oficial “Vber Crvciatvs” gravado desde o final de 2007 e.v., seria “jogado” sem divulgação prévia ou uma “demo”... Tudo na Torqverem é produzido por mim, e agradeço pelas palavras, pois foi algo muito trabalhoso ter materializado a demo “Opvs Infernii” de forma independente. Apenas com muito ódio canalizado e energia interna que é possível se fazer algo realmente produtivo neste universo... Vejo muito material feito de qualquer forma (assim como produções impecáveis e cheias de investimentos) fracas e sem nada a  acrescentarem, tocando apenas por tocarem e falando sempre dos mesmos assuntos e da mesma maneira, outras virtuosas onde os musicos tocam verdadeiras sinfonias mas não possuem nenhum sentimento ou ideal! Valorizo muitas hordas mesmo simples quando expressam algo sincero, e é isso que tento fazer na Torqverem... Tenho uma meta e uma razão pessoal para fazer tudo isso. E os “frutos” aos poucos estão sendo colhidos como bombas na alma dessa cambada de infelizes que nem sabem porque nasceram! Ao mesmo tempo em que expresso e fortaleço meu ideal e filosofia. A cada material lançado sinto como se uma batalha fosse vencida nessa grande guerra...  

  1. Acho que vossa banda atualmente já se prepara para lançar o debut álbum, há algo de novidade relacionado a isso? Provavelmente será um material limitado não é mesmo? 

- V. A. Necrovisceral: Sim, estou preparando este lançamento há alguns anos já... É nosso álbum oficial “Vber Crvciatvs”, e expressa os dez primeiros anos da Torqverem. É tudo que produzi e não tive como registrar no projeto e que produzimos como horda até o final de 2007 e.v. gravados em estudio. Inicialmente  gostaria de fazer 500 cópias numeradas em sangue como as outras duas demos, mas conversando com aliados e parceiros no Metal Negro acabou surgindo a idéia de que uma empreitada maior aconteça... Obviamente de forma independente e produzida por mim, é claro. Contando com uma distribuição fechada entre estes que confio e no site da horda exclusivamente. É um material muito importante para mim, são dez anos de ódio resumidos de uma vida toda de explosão... E quero que as coisas aconteçam da melhor forma possível, então é um dos motivos de tudo estar acontecendo tão cautelosamente. 

  1. Cara hoje o que vemos no subterrâneo são malfeitores e falsos adentrando e provocando intrigas, como o Torqverem encara isso? 

- V. A. Necrovisceral: Estes vermes (não vou ofender os vermes... Os vermes fazem parte da cadeia alimentar e renovam o ciclo, ainda são úteis...), os falsos sempre irão existir em qualquer meio... Isso é natural da convivência do ser humano, e boa parte possui fraquezas e em alguns casos isso acaba por “subir a cabeça”, limitando de tal forma que não enxergam nada a sua frente por mais óbvio que seja. Teoricamente no ocultismo e no  Metal Negro as coisas deveriam ser mais elitistas, mas seres com problemas pessoais em todas as suas naturezas acabam por caírem na “cena” e usam o meio como sua “muleta”, e nada mais natural do que tentarem perturbarem as coisas da mesma forma em que suas cabeças pensam (como fossas cheias de diarréia), então a coisa  literalmente fede... Eu simplesmente evito e corto pessoas que possuem este comportamento, pois é exatamente o que querem: PLATÉIA. São seres fracos e com a auto-estima baixa que precisam de afirmação! Então sempre querem fazer barulho e chamar a atenção... Vão pra puta que pariu!! E junto com seus bonecos e marionetes que adoram uma fofoca anal... Porque no dicurso são todos honrados e cheios de ideais, enquanto por trás estão todos podres falando pelas costas! Iguais ao que tanto condenam e dizem serem diferentes... Escória.  

  1. Também sabemos que há certos boatos espalhados por invejosos e fofoqueiros os quais dizem que você seria um simpatizante do NS Black Metal, é obvio que isso é mentira pois eu o conheço pessoalmente e sei da sua postura diante desses vermes, mais aqui deixo o seu espaço para se defender desses boatos mentirosos! 

- V. A. Necrovisceral: Agradeço pelo espaço para comentar sobre este assunto... É incrível como em toda entrevista perguntam sobre isso, e tudo por causa de um grupo tão pequeno de pessoas e de verdadeiros caras de bunda que adoram feder na onda do “disse que não disse”... E na minha frente usam máscaras de nádega. Estou até cansado de comentar sobre isso. No início até tentei resolver com a pessoa que começou (quando o assunto do nazismo ainda nem existia...), mas encontrei apenas limitação e ignorância por causa do orgulho cego e  problemas pessoais em um assunto infantil que não tinha nada a ver tomava conta da situação... Percebi que daí começou uma propaganda e a tentativa de “platéia” para queimar minha “imagem”, e foi aí que as ofensas e ataques começaram... E na cena o que te queima mais? Dizer que é cristão, nazista, gay... Com o tempo comecei a ouvir de tudo... Daqui a pouco tenho fungo no pé, minha mãe tá na zona... É uma infantilidade tamanha que só dando risada, porque não existem argumentos para provarem nada disso! Então nem preciso explicar. Atualmente ignoro e deixo esse tipo de gente se afogar com seus próprios vômitos fecais. Quem me conhece sabe quem sou! E este fato foi ótimo por  filtrar quem estava ou não do meu lado! Muita gente ficou em cima do muro e só observou por não entenderem nada, uma parte foi na onda (ovelhas que se fazem de limpas, mas adoram se sujar numa merda... Fofoqueiros falsos!), e outros me perguntaram e chegaram me intimando para saberem da verdade (estes sim são meus aliados e irmãos até hoje!). Para quem olha de fora é muito fácil apontar o que não se sabe já que meus ideais são de evolução e força e sou nacionalista... Mas afinal o que é o Metal Negro? Para que vivemos? Não foi para ficar me sujando de merda com estorinha dos outros e tentando diminuir o trabalho alheio que nascí!! Isso é coisa típica de fraco se debatendo ao ver a areia do tempo passar e sua vida medíocre escorrer por entre seus dedos sujos de sêmen. 

  1. Como tens sido as vossas apresentações ao vivo, sendo que sei que já tens se apresentado ao lado de honrosas bandas da cena Black Metal nacional? 

- V. A. Necrovisceral: Cada apresentação da Torqverem é um verdadeiro ritual... Por isso mantemos o nível e a quantidade de celebrações para expressar a mesma força todas as vezes. Posso dizer que me orgulho de ter dividido o palco com as hordas que ouvi e ouço em casa, atualmente a maioria são irmãos e aliados... Isso dá orgulho e força para continuar na guerra e trilhar o caminho na expressão do Metal Negro e executar as celebrações, além de registrar os materiais para divulgar aos irmãos. Devemos manter essa união única em um país de dimensões continentais como o Brasil, com uma diversidade tão grande musical e culturalmente... A união deve imperar entre os reais. 

  1. Ainda falando sobre apresentações como foi para você tocar ao lado do Naragaroth? Fale me também como foi organizar e trazer essa banda ao Brasil? Pois como sabemos você foi idealizador desse evento! 

- V. A. Necrovisceral: A oportunidade de tocar com o Nargaroth apareceu através de uma amiga que conhecia o Ash (Kanwulf), e tudo ficou fácil através disso... Depois as coisas praticamente fluíram naturalmente. Eles não fizeram exigências ou complicaram as coisas, até facilitaram pelo fato de quererem também visitarem o Brasil... Então tudo aconteceu de forma tranquila (ficando em casa e aproveitando a estadia), mas um grave problema que enfrentei foi a falta de apoio! Tudo que eu queria fazer tinha que ter algo em troca!! Queriam tirar tudo que podiam do Nargaroth... Ninguém faz nada pelo prazer do underground ou pela realização do evento em si! Tinha que existir uma porcentagem ou parceria (e nada normal para cobrir os custos, era tudo totalmente abusivo e oportunista!!), e até hoje é muito complicado fazer eventos e celebrações... Tem que ser tudo na unha com os poucos aliados que conquistei. Mas continuando a falar da tour... Na época já tínhamos lançado a demo “Funeral da Alma Cristã”, mas não tivemos oportunidade  de participar de celebrações para mostrar os novos hinos, então aproveitamos para tocarmos nos locais onde as hordas e os organizadores locais aceitaram que tocássemos também (Campinas e Curitiba), para falar a verdade nem foi tanto pelo Nargaroth, pois as hordas que tocaram junto e o fato de nos apresentarmos como horda consolidada no sudeste foi muito importante para iniciar a empreitada que estávamos dispostos a encarar. 

11. Porque o integrante Count Noctulius decidiu deixar a horda, ou o mesmo foi expulso?

- V. A. Necrovisceral: Count Noctvlivs saiu da horda por uma soma de fatores internos, mas de modo algum por sua produção musical. Sou agradecido pelo registro e presença nas celebrações. Os motivos são pessoais, e ele não se adequou aos nossos padrões. A decisão dele sair foi uma soma minha e dele (tanto ele quanto eu decidimos que não era mais possível sua permanência). Atualmente não temos mais contato por razões óbvias, afinal a discussão foi pessoal e não “profissional”.  

  1. Sabemos que agora o Fernando Iser assumiu o cargo, como tem sido o entrosamento dele na banda? 

- V. A. Necrovisceral: O Iser já era um grande irmão e aliado... E depois que viu uma de nossas celebrações pegou nosso material e começou a acompanhar a horda. Nesse meio-tempo Covnt Noctvlivs acabou saindo e ele se ofereceu para nos dar uma força nas celebrações pela afinidade com a produção filosófica e musical na Torqverem. Pessoalmente já estávamos entrosados, e musicalmente ele é um guitarrista de Death\Black Metal... Então ele pegou os hinos tão rápidos quanto eu mesmo que componho. Depois que ele entrou vi pela primeira vez as músicas da Torqverem “escritas” em cifras e essas coisas que só quem toca direito entende... Foi ótimo ele ter entrado como aliado de guerra na Torqverem, tudo começou a fluir melhor e nossa produção aumentou. 

  1. O que você acha dos ainda existentes zines impressos? 

- V. A. Necrovisceral: Eu prefiro os zines impressos, pois gosto de pegar e “sentir” as páginas... A tecnologia não deve ser ignorada e pode ser mais uma ferramenta para a divulgação e acesso de quem prefere a internet, mas eu pessoalmente prefiro o zine impresso.  

  1. O satanismo em vossa banda é tratado de qual forma? 

- V. A. Necrovisceral: O satanismo na Torqverem é tratado dentro da antireligiosidade e evolução através da liberdade humana... Podemos dizer que expressamos a verdadeira oposição que representa Satan para a ignorância religiosa, mas de forma alguma adoramos Satanás na visão bíblica, pois não deixaria de ser uma interpretação cristã onde eu fortaleceria a própria organização e seus deuses imaginários... Tenho aversão dos deuses e demônios criados pelo homem através das religiões de controle de massa para sustentar o poder seja ele qual for através da ausência do pensamento e questionamento!! Trazemos o verdadeiro ocultismo retirado do conhecimento prático, das entidades energéticas que nos compõe e regem as leis universais perante nossa vontade e expressão através dos planos (desde os mais sutis até o material em que temos mais “consciência”), da experiência da morte e da vida... Diria que a Torqverem vai mais na essência da criação em suas manifestações do que no Satanismo popularmente conhecido em si, mas é vasta a interpretação de Satanismo, assim como “Pagão”, qualquer um é pagão se não é cristão... Depende do ponto de vista. 

  1. No mais aqui deixo o espaço para as suas considerações finais e espero novamente tomar mais algumas cervas ao seu lado, espero que dessa vez seja aqui em minha cidade! 

- V. A. Necrovisceral: Agradeço pelo espaço e por permitir que eu expresse um pouco dos ideais e filosofia da Torqverem... Certamente a parceria está de pé, grande aliado. VANA EST IRA INOPS VIRIBVS... HAIL TORQVEREM!